Deus não subverte o direito.
2Até quando falarás desse modoe tuas palavras serão como um vento impetuoso?
3Pode Deus desviar o direito?Pode o Onipotente subverter a justiça?
4Se teus filhos pecaram contra ele,entregou-os ao poder da iniquidade deles.
5Se buscares a Deuse implorares ao Onipotente,
6se és puro e íntegro,desde agora velará sobre tie restabelecerá a morada de tua justiça.
7Tua primitiva condição será pouca coisadiante de teu magnífico futuro.
8Pergunta às gerações passadas,reflete na experiência de seus pais,
9porque nós somos de ontem e nada sabemos,passam como sombra nossos dias na terra.
10Mas eles te instruirão e te falarão,trazendo do coração as palavras.
11Cresce o papiro fora do pântano?Pode brotar o junco sem água?
12Quando está verde e ainda não cortado,seca antes de qualquer outra planta.
13Tal é o destino de quem se esquece de Deus;assim se frustra a esperança do ímpio.
14Sua confiança é como um fio,e uma teia de aranha é sua segurança:
15Ele se apoia em sua casa, mas ela não resiste;agarra-se nela, mas ela não aguenta.
16É árvore viçosa diante do sol,e sobre o jardim se expandem seus ramos,
17sobre um montão de pedras se entrelaçam suas raízes,explora as fendas das rochas.
18Mas se é tirado de seu lugar,este o renega: “Nunca te vi!”
19Esta é a alegria de sua vida,e da terra brotam outros.
20Não, Deus não rejeita o homem íntegronem colabora com os malfeitores.
21Encherá de novo tua boca de sorrisose teus lábios de cantos de alegria.
22Teus inimigos serão cobertos de vergonha,e a tenda dos ímpios não mais existirá.
Bíblia de Aparecida · Editora Santuário · texto 2.0.2