Tudo é vaidade neste mundo.
2Vaidade das vaidades, diz Coélet,vaidade das vaidades, tudo é vaidade.
3Que proveito tira o homem de todo o seu trabalhocom que se afadiga debaixo do sol?
4Uma geração passa e uma geração vem,mas a terra sempre permanece.
5O sol se levanta e o sol se põe,e se apressa rumo ao lugar de onde nascerá de novo.
6O vento sopra para o sul, depois muda para o norte,gira e torna a girarpara recomeçar os mesmos giros.
7Todos os rios correm para o mar,mas o mar nunca se enche;para o lugar de onde os rios vêmlá eles voltam novamente.
8Todas as coisas exigem fadiga,e ninguém é capaz de explicá-las.O olho nunca se farta de vere nunca o ouvido se sacia de ouvir.
9O que foi é o que será,e o que se fez é o que se tornará a fazer;nada há de novo debaixo do sol.
10Há talvez alguma coisa de que se possa dizer:“Olha, isto é novidade”?Já existia nos séculos que nos precederam.
11Não resta lembrança das coisas passadas,e nem das que acontecerão se conservará memóriaentre os que virão depois.
Vaidade da ciência.
15O que é torto não se pode endireitare o que falta não se pode calcular.
18porquemuita sabedoria, muita aflição;quem aumenta o saber aumenta a dor.
Bíblia de Aparecida · Editora Santuário · texto 2.0.2