(63) Castigo dos caluniadores.
2Ouvi, ó Deus, a voz de meu lamento,preserva minha vida do terror do inimigo.
3Protegei-me da conjura dos malvados,do tumulto dos malfeitores.
4Afiam sua língua como espada,lançam como flechas palavras amargas
5para ferir às ocultas o inocente;de surpresa o atacam, sem nada temer.
6Em sua maldade se obstinam,fazem acordo para esconder ciladas,dizendo: “Quem poderá vê-las?”
7Meditam a iniquidade, executam suas tramas;impenetrável é o homem, seu coração é um abismo.
8Mas Deus os atinge com suas flechas,de repente são feridos.
9Sua própria língua é a causa de sua ruína;todos, ao vê-los, menearão a cabeça.
10Então todos temerão,anunciarão as obras de Deuse entenderão o que ele fez.
11O justo se alegrará em Javée nele porá sua esperança,e todos os de coração reto se gloriarão.
Bíblia de Aparecida · Editora Santuário · texto 2.0.2