Nos dias atuais, com o avanço da tecnologia, a velocidade das informações e em meio a correria do nosso dia a dia, estamos cada vez mais suscetíveis as chamadas ‘doenças da alma’. Nestes momentos, é necessário pedir ajuda às pessoas próximas e não se deixar levar pelas sensações negativas.
As doenças da alma estão relacionadas a ansiedade, depressão, solidão, transtornos alimentares, estresse, entre outros. Segundo estudos da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 86% dos brasileiros sofrem de algum transtorno mental, como ansiedade e depressão.
Diante desses números alarmantes, a Igreja tem como auxílio aos fiéis a Pastoral da Escuta. O trabalho desta pastoral é um serviço voluntário, dedicado a oferecer acolhimento e escuta empática a pessoas que desejam compartilhar situações complicadas ou que enfrentam dificuldades em suas vidas.
O objetivo da Pastoral da Escuta é proporcionar um espaço seguro e acolhedor. Os voluntários são treinados, para ouvir com respeito, atenção e total sigilo.
A Pastoral da Escuta atua para ouvir ao outro. Em muitos casos, os atendimentos acontecem em pontos fixos ou em instituições e hospitais.
A Igreja enxerga que as pessoas têm a necessidade de falar e serem ouvidas. A Pastoral ajuda, também, porque há muita procura pelos padres, que atendem nas confissões. E o trabalho de Escuta é diferente da confissão ao sacerdote. Assim os agentes colaboram com o atendimento ao público.
A conversa na Pastoral da Escuta é vista como um canal de cura, pois, contando os problemas e desabafando, a pessoa se ouve e sente a importância do que está contando.
Os desafios da Igreja em relação a Pastoral da Escuta são cativar mais pessoas para o trabalho como agentes, aumentando o número de interessados.
Que tal propor uma Pastoral da Escuta ao seu pároco? Sugira ideias e espaço para acolhimento.