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Celebrações jubilares da Congregação Redentorista em Angola

Mesmo após os 70 anos de fundação, a comunidade católica naquela circunscrição ainda é ativa, dinâmica e participante. Saiba mais!
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Mesmo após os 70 anos de fundação, a comunidade católica naquela circunscrição ainda é ativa, dinâmica e participante

Neste ano de 2024 a Congregação do Santíssimo Redentor celebra os 70 anos de presença missionária ininterrupta em Angola, na África.

Em janeiro de 1954, vinda de Portugal chegava ao país a primeira equipe constituída por missionários portugueses e espanhóis, entre sacerdotes e irmãos coadjutores. Ponto de partida de sua atuação no país foi a Missão de Cúchi, pertencente então à vastíssima diocese de Silva Porto (Kwito-Bié).

Os redentoristas chegaram ao país convidados pelo pedido do primeiro bispo da diocese, Dom Idelfonso António. Como em Scala, berço da congregação localizada no sul da Itália, também em Angola o início da nossa missão se deu pelo sul. O lugar de fundação da Congregação em Angola foi pelo sul, lugar de gente pobre, humilde, de gente marginalizada social e espiritualmente.

Atividades comemorativas

Os Missionários Redentoristas em Angola começaram a celebração dos 70 anos de presença nesta parcela de África no mês de janeiro com a Profissão Perpétua e a ordenação diaconal de três junioristas (coristas) na província de Huíla, município da Humpata, onde temos uma comunidade.

Em agosto último ocorreu a emissão dos Votos Perpétuos e a Ordenação Diaconal de seis junioristas (coristas) bem como a Ordenação Presbiteral de três diáconos, na província de Huambo.

Celebrações Jubilares na Missão de Cúchi

Entre os dias 12 e 15 de setembro ocorreu a celebração dos 70 anos da chegada dos primeiros redentoristas à Angola na Missão de Cúchi. De fato, foi nesta missão de Cúchi onde começamos, em 1954, substituindo os missionários do Espírito Santo.

Muitas atividades foram realizadas durante os quatro dias: orações, reflexões, visitas às comunidade, mas o ponto mais alto foi a celebração da Santa Missa no domingo, dia 15 de setembro, que por coincidência era o dia da padroeira da Missão: Nossa Senhora das Dores.

Divulgação
Missão do Cúchi tem sua infraestrutura totalmente degradada devido à guerra civil que aconteceu em Angola dentro do processo de independência do país (Divulgação)

A celebração eucarística foi presidida por Dom Leopoldo Ndakalako, bispo da diocese de Menongue, contando com a presença de Dom José de Queirós Alves, C.Ss.R., que foi primeiramente bispo de Menongue e atualmente é arcebispo emérito do Huambo; do padre Celino Ndulo, superior Vice-Provincial da Vice-Província de Angola; do padre Bento Katchingangu, pároco da missão e de outros sacerdotes redentoristas e diocesanos de Menongue bem como dos fiéis católicos da Missão.

Importa salientar que a Missão do Cúchi tem sua infraestrutura totalmente degradada devido à guerra civil que aconteceu em Angola dentro do processo de independência do país e por isso, atualmente a missão recebe assistência a partir da Missão de Menongue, onde reside o seu pároco.

Mesmo após os 70 anos de fundação, a comunidade católica naquela circunscrição ainda é ativa, dinâmica e participante. Com o apoio dos cristãos e com o acompanhamento dos missionários redentoristas abre-se um tempo novo para aquela missão. É hora de reconstruir, é tempo de recomeçar por onde começamos como missionários redentoristas em Angola.

Faça você também parte da nossa história contribuindo para a reconstrução da Missão do Cúchi: Templo, residência dos missionários, escola e hospital.

Fr. Baltazar Baptista, C.Ss.R.

Fonte: Colaboração do Pe. Inácio de Medeiros, C.Ss.R.

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