Neste dia 11 de maio de 2021, o Santo Padre, Papa Francisco, apresentou novo Motu próprio, intitulado “Antiquum ministerium”, que estabelece a função do catequista como um ministério institucionalizado na Igreja Católica.
Desde 2018, Francisco já vinha manifestando esse desejo, quando declarou em uma conferência internacional que “o catequista é uma vocação. ‘Ser’ catequista – essa é a vocação, não ‘trabalhar’ como catequista”, disse o Pontífice na ocasião, acrescentando que “esta forma de serviço que se realiza na comunidade cristã deveria ser reconhecida como um verdadeiro e genuíno ministério da Igreja”.
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O Motu proprio Antiquum ministerium foi apresentado na Sala de Imprensa do Vaticano, com a presença do Arcebispo Rino Fisichella, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, e Dom Franz-Peter Tebartz-van Elst, delegado para a Catequese do dicastério.
A intenção deste Motu próprio é estabelecer formalmente o ministério de catequista, que desenvolve a dimensão evangelizadora dos leigos, desejada já pelo Concílio Vaticano II. Trata-se de um papel ao qual cabe a responsabilidade do “primeiro anúncio”, ou seja o primeiro contato com as verdades da fé.
O Papa afirma que, “em um contexto de indiferença religiosa, sua palavra será sempre o primeiro anúncio, que atinge os corações e mentes de tantas pessoas que estão esperando para encontrar Cristo“.