Neste mês vamos nos debruçar sobre a cena da rebelião dos hebreus. Ela se apresenta após Moisés ir ao Faraó para pedir a libertação do povo hebreu para que possa celebrar uma festa ao Senhor no deserto
Querido(a) amigo(a) da Revista de Aparecida. Seguimos em nossa catequese sobre a Fachada Norte da Basílica de Aparecida.
Neste mês, vamos entender a cena da rebelião dos hebreus, representada nos mosaicos:
Abre sua Bíblia em Êx 5,1-23 e leia o texto bíblico. Ele vai nos inspirar para melhor compreender a cena da rebelião dos hebreus, apresentada no mosaico.
O pecado domina o homem com uma estranha contradição, porque a experiência do homem é a de ser dominado, e de fato ele é dominado pela própria vontade. O pecado é o maior dos ditadores e reluta fortemente ao primeiro sinal de um processo de libertação.
O pecado reage imediatamente, como aqui reage o faraó quando Moisés se apresenta diante dele: aumenta o trabalho e os maus-tratos, e por isso o povo — ao ver que a sua situação está pior do que antes — se rebela contra Moisés, e não crê que esse seja o primeiro passo da libertação.
Mesmo que pareça estranho, é difícil crer que se possa sair da escravidão. As pessoas se rebelam contra Moisés porque, por sua causa, o faraó — que é a imagem do pecado — se indispõe com o povo. Mas é justamente essa a tática do pecado.
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