Avaliação de Economista aponta que alta vai pesar na inflação
Após o reajuste anunciado pela Petrobras no aumento dos preços da gasolina e do diesel para as distribuidoras, valor gera impacto diretamente ao consumidor e também na inflação.
Segundo o professor de economia da Faculdade do Comércio, Denis Medina, este impacto pode extrapolar 5% no ano, acima da meta de inflação do Governo Federal.
“Na verdade, esse reajuste dos combustíveis é devido a defasagem de preço internacional, que podia causar inclusive falta de combustível em algumas regiões. Esse aumento na verdade é uma necessidade de recomposição. Eu acredito que ainda podem ter outros aumentos porque o preço ainda continua defasado quando você compara isso internacionalmente.”
O economista falou ainda qual seria o caminho para o Brasil parar de comprar petróleo mais caro e consequentemente frear os reajustes.
“A alternativa é o investimento em refinaria. Agora, historicamente a gente viu que esse Governo já tentou fazer referia e com uma série de desafios, uma série de problemas de lavagem de dinheiro, de corrupção, então o melhor na minha posição era na verdade abrir mais o mercado, deixar mais concorrentes, mais a empresas. Mas para isso, a Petrobras tem que intervir menos, tem que seguir as regras do mercado.”
- O litro dagasolinateve uma alta deR$ 0,41.
- O litro dodieselsubiu R$0,78.
- Oetanol não teve alteração.
Confira os demais destaques do Jornal Regional:
- Governo do estado abre inscrições para matrícula escolar. Prazo segue até o dia 15 de setembro;
- SAAE de Aparecida faz alteração na escala de coleta de lixo em toda cidade e pede atenção dos moradores para o serviço;
- Lorena continua processo de regularização fundiária;
- Pindamonhangaba realiza encontro com a Polícia Militar para discutir avanços na segurança do município;
- Estudo do INPE aponta aumento de até 3° em regiões do Brasil. Pesquisador explica sobre as consequências para o meio ambiente.