O Dia Mundial das Doenças Raras foi comemorado no último dia 29/02, data escolhida justamente por sua excepcionalidade
Neste domingo (03), terceiro Domingo da Quaresma, o Santuário Nacional acolheu membros do Instituto Vidas Raras na Santa Missa das 8h.
A celebração eucarística foi presidida por Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Aparecida e contou com a presença do Padre Márlon Múcio, que é fundador da Missão Sede Santos e tem uma doença neurodegenerativa rara, a Deficiência do Transportador de Riboflavina (RTB).
A Santa Missa marcou também a abertura da 1ª Corrida Nacional dos Raros, realizada no complexo do Santuário Nacional.
No início de sua homilia, Dom Orlando mencionou as pessoas que possuem doenças raras e o quanto elas nos recordam de que não devemos reclamar dos pequenos sofrimentos.
“Geralmente somos assim, qualquer coisa já estamos reclamando. Eles têm doenças raras e recebem muito carinho de Deus. Deus manda muitos bons anjos para cuidar de vocês”, afirmou.
O Arcebispo explicou acerca da liturgia de hoje que as leituras têm perguntas a cada um de nós “Onde está o teu tesouro, ou seja, qual é a minha riqueza?”
“ A primeira leitura respondeu muito bem, o meu tesouro e a minha riqueza são os 10 mandamentos. Só que a gente não usa bem esta riqueza, se usássemos o mundo seria bem melhor… no salmo, a palavra de Deus é ouro, é prata. Vamos usar este tesouro carregar sempre em nossas mãos, em nosso coração para sermos ricos de Deus e ricos do amor fraterno”, falou Dom Orlando.
Na leitura seguinte, Dom Orlando destacou que Jesus crucificado é o nosso tesouro, pois fomos comprados, redimidos e santificados pelo sangue derramado por Nosso Senhor. Já no Evangelho (Jo 2,13-25):
“Jesus quer nos mostrar que não se pode servir a Deus e ao dinheiro […] desapego é riqueza, partilha dos bens é riqueza. Vamos fazer um bom uso das riquezas e exercer o amor ao próximo”, argumentou.
Veja a Santa Missa na íntegra: