Nesta segunda parte da Série Virtudes Teologais, vamos tratar sobre a esperança. Como cristãos professamos que a Esperança não é algo, mas alguém — Jesus Cristo.
É Ele a razão e motivação de toda a nossa vida. Nele devemos depositar toda a nossa confiança e a nossa vida.
No Catecismo da Igreja Católica (CIC) vemos que a esperança como virtude teologal é aquela que faz crermos no Reino dos céus e na vida eterna e a buscar nossas forças, não em nós mesmos, mas no auxílio do Espírito Santo.
“A virtude da esperança corresponde ao desejo de felicidade que Deus colocou no coração de todo o homem; assume as esperanças que inspiram as atividades dos homens, purifica-as e ordena-as para o Reino dos céus; protege contra o desânimo; sustenta no abatimento; dilata o coração na expectativa da bem-aventurança eterna. O ânimo que a esperança dá preserva do egoísmo e conduz à felicidade da caridade.” (CIC, 1818)
Além disso, o Catecismo afirma que a esperança cristã possui sua origem em nosso pai da fé, Abraão, que graças a sua confiança plena em Deus durante a provação do sacrifício de Isaac, foi enriquecida com as promessas e proteção do Pai.
Nesse sentido, esperemos tudo de Deus em meio as adversidades e situações que se apresentam no dia a dia, pois a esperança é algo concreto.
“Conservemos firmemente a esperança que professamos, pois Aquele que fez a promessa é fiel” (Hb 10, 23).