Neste terceiro domingo do Tempo Comum, que será vivenciado no dia 23 de janeiro, celebramos o Domingo da Palavra de Deus.
A celebração foi instituída pelo Papa Francisco em 2019, a partir da Carta Apostólica Motu Proprio “Aperuit Illis”.
A data é um convite para que toda a Igreja reflita sobre a importância dos textos sagrados, motivando cada cristão a se envolver e se aproximar da Bíblia, para melhor compreender e viver os ensinamentos de Deus.
“O Domingo da Palavra de Deus“, sublinha o Pontífice, “s itua-se num período do ano que convida a reforçar os laços com os judeus e a rezar pela unidade dos cristãos“: “Não é uma mera coincidência temporal: celebrar o Domingo da Palavra de Deus expressando um valor ecumênico, porque as Sagradas Escrituras indicam para aqueles que se colocam à escuta, o caminho a ser percorrido para alcançar uma unidade autêntica e sólida”. (Papa Francisco, 30/09/2019).
Para celebrar a data, o Papa Francisco orienta:
✓ Celebrar o domingo como um dia solene;
✓ Entronizar o texto sagrado de modo a tornar evidente aos olhos da assembleia;
✓ Os Bispos poderão celebrar o rito do Leitorado ou confiar um ministério semelhante, a fim de chamar atenção para a importância da Palavra de Deus na Liturgia;
✓ Preparar bem os leitores para fazer o anúncio da Palavra de Deus na celebração;
✓ Os párocos podem encontrar formas de entregar a Bíblia ou um dos seus livros a toda assembleia;
✓ Além disso, os pastores têm a grande missão de preparar a homilia. Em muitos casos, está é a única oportunidade que os fiéis têm para ouvir sobre a beleza da Palavra de Deus e como esses ensinamentos se aplicam na sua vida diária.
🙏Aproveite a celebração deste domingo para alimentar o Espírito e descobrir como é bom viver em profundidade a relação com Deus e os irmãos.
“A Palavra de Deus é capaz de abrir os nossos olhos, permitindo-nos sair do individualismo que leva à asfixia e à esterilidade, enquanto abre a estrada da partilha e da solidariedade”, explicou Francisco na Carta Apostólica.
Nesta caminhada de abertura a Deus e ao próximo, Maria também é a Mãe que guia por meio de seus exemplos, como lembra a Carta Apostólica:
“A bem-aventurança de Maria antecede todas as bem-aventuranças pronunciadas por Jesus para os pobres, os aflitos, os mansos, os pacificadores e os que são perseguidos, porque é condição necessária para qualquer outra bem-aventurança ”.