Papa sugere 3 maneiras dos religiosos serem portadores de luz

Pela luz da pobreza, castidade e obediência, Santo Padre pede um retorno às origens para os religiosos e religiosas.
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No último sábado (1º de fevereiro), o Papa Francisco celebrou as Primeiras Vésperas da Festa da Apresentação do Senhor e também o 29º Dia Mundial da Vida Consagrada.

Em sua homilia, o Pontífice destacou o papel dos religiosos como portadores da luz de Cristo no mundo, inspirado pelo contexto de luz que se trata o Jubileu da Esperança.

A luz da pobreza: liberdade e generosidade

O Papa iniciou sua reflexão destacando o valor da pobreza como caminho de liberdade.Tudo é vosso. Mas vós sois de Cristo e Cristo é de Deus”, recordou, citando São Paulo.

Para Francisco, a pobreza vivida pelos consagrados é um testemunho de desprendimento, que rejeita o egoísmo e abraça a partilha e a solidariedade.

Thiago Leon/Santuário Nacional
Thiago Leon/Santuário Nacional

A luz da castidade: um amor que liberta

O Papa também abordou a castidade como um testemunho de amor autêntico em um mundo que, muitas vezes, distorce as relações humanas.

Ele alertou sobre os perigos do egocentrismo e da superficialidade nos relacionamentos modernos, enfatizando que a castidade consagrada é um caminho de cura para o isolamento e de promoção do respeito ao outro.

“Que remédio para a alma é encontrar religiosas e religiosos capazes deste tipo de relacionamento maduro e alegre!”

Thiago Leon/Santuário Nacional
Thiago Leon/Santuário Nacional

A luz da obediência: escutar antes de falar

Outro ponto importante tratado pelo Santo Padre foi a obediência, que definiu como um antídoto contra o individualismo.

Sendo crítico a tendência de muitas pessoas a falar sem escutar verdadeiramente, o Pontífice alertou que “muitas vezes, no diálogo cotidiano, antes mesmo de alguém terminar de falar, a resposta já sai. Não se escuta”. Para curarmos disso, Francisco pede que a obediência seja um caminho para a verdadeira alegria do dom de si.

Thiago Leon/Santuário Nacional
Thiago Leon/Santuário Nacional

Retorno às origens: a força da oração

Por fim, o Papa reforçou a importância de um retorno às origens, sem o saudosismo, mas como uma re descoberta da essência da vida consagrada. A adoração e a oração silenciosa diante do Sacrário são os elementos fundamentais para a renovação espiritual.

“Somos muito práticos, queremos fazer as coisas, mas… Adorar. Adorar”, insistiu.

No encerramento, o Papa agradeceu a fidelidade à missão pelos consagrados e pelo testemunho desses homens e mulheres, que continuam sendo um sinal de esperança para a Igreja e o mundo.

Assista missa da Vida Consagrada no Santuário Nacional!

Fonte: Vatican News

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