A Santa Sé tem reforçado sua atenção e suas ações diante dos acontecimentos mais recentes que atingem, de forma catastrófica, sobretudo as crianças e as famílias vulneráveis. Além disso, ela mantém presença constante na Ucrânia, tem ampliado seus esforços para proteger as crianças deportadas e proporcionar uma resolução que seja real e imediata.
A Missão Permanente de Observação da Santa Sé junto às Nações Unidas uniu esforços durante uma Sessão Especial de Emergência da Assembleia Geral para fomentar o diálogo entre os países e apresentou à Rússia exigências concretas sobre os seguintes pontos:
- A ONU exigiu que a Rússia “garanta o retorno imediato, seguro e incondicional de todas as crianças ucranianas que foram transferidas ou deportadas”.
- Também pediu o fim de práticas como separação de famílias, mudança de cidadania, adoção ou acolhimento ilegal forçado, e doutrinação.
- A votação foi 91 votos a favor, 12 contra e 57 abstenções.
A Missão Permanente de Observação da Santa Sé declarou que continuará unindo reforços e observando a questão do retorno de crianças ucranianas deportadas às suas famílias, em locais seguros.
A Santa Sé tem atuado como mediadora na tentativa de resolução pacífica do conflito desde o início da invasão da Ucrânia pela Rússia, em 24 de fevereiro de 2022.
O envolvimento já vem desde a atuação do Papa Francisco e agora com o Papa Leão XIV e de organismos humanitários ligados à Santa Sé, especialmente porque a Santa Sé mantém canais abertos de diálogo tanto com Kiev quanto com Moscou.
Este trabalho vem sendo conduzido pelo enviado especial do Papa Francisco, Cardeal Matteo Zuppi, que se mantém, até os dias atuais, como encarregado dos assuntos humanitários na região.
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Fonte: Vatican News