A partir da decisão do Papa, Santa Teresa de Calcutá fará parte das liturgias das missas com memória litúrgica para o dia 5 de setembro
O Papa Francisco decretou a inclusão de Santa Teresa de Calcutá no Calendário Romano Geral.
Sua festa litúrgica será celebrada no dia 5 de setembro, data de sua morte, como memória facultativa.
O que significa estar no Calendário Romano Geral?
A inscrição de um santo no Calendário Romano Geral significa que sua memória pode ser celebrada por toda a Igreja, diferentemente do que era feito antes, apenas em comunidades em honra àquele santo ou em países específicos. No caso de Madre Teresa, sua espiritualidade e caridade devem ser difundidas globalmente a todos os fiéis.
A decisão do Papa Francisco atendeu a pedidos de bispos, religiosos e fiéis, que reconhecem em Santa Teresa um modelo de serviço e esperança. A partir de agora, sua memória estará presente nas celebrações litúrgicas da Igreja, com textos próprios na Missa e na Liturgia das Horas.
Madre Teresa: uma santa para os mais pobres
Canonizada em 2016 durante o Jubileu da Misericórdia, Madre Teresa foi chamada pelo Papa Francisco de “generosa dispensadora da misericórdia divina”. Seu exemplo ecoa até hoje aos católicos, pelo compromisso com os mais pobres e descartados do mundo, que a fez se tornar um verdadeiro ícone do Bom Samaritano.
Santa Teresa de Calcutá dedicou sua vida a servir os mais necessitados, inspirada pelo clamor de Jesus na cruz: “Tenho sede” (Jo 19,28). Sua missão foi saciar essa sede de amor e almas, entregando-se completamente ao serviço dos pobres. Teresa escolheu a humildade e se tornou um modelo de misericórdia, sendo reconhecida mundialmente por sua defesa da vida e cuidado com os marginalizados.
O legado de bondade de Madre Teresa de Calcutá
Fonte: Vatican News