Completaram-se, na última sexta-feira (7), cinco anos da abertura do processo de beatificação do Servo de Deus, Padre Léo.
O pedido de abertura foi feito em 2017, dez anos após sua morte.
Em 2019, a Comunidade Bethânia anunciou oficialmente a autorização do processo, e o Instituto Padre Léo foi criado para coletar testemunhos de possíveis milagres.
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A Missa campal que marcou o início do processo, em 7 de março de 2020, foi presidida pelo arcebispo de Florianópolis, Dom Vilson Tadeu Jönck.
Durante esses cinco anos, o processo seguiu sigiloso e minucioso, mesmo com os desafios da pandemia.
Graças alcançadas e testemunhos continuam a ser enviados ao Instituto Padre Léo. Além disso, Santas Missas são celebradas todo dia 4, atraindo fiéis.
Tribunal Eclesiástico
O tribunal eclesiástico foi instaurado para conduzir o processo, tendo como presidente o próprio Dom Wilson Tadeu Jönck e, como postulador, Paolo Vilotta, responsável por representar a Comunidade Bethânia.
“Nosso trabalho não é apenas entregar um documento, mas apresentar a forma de santidade que Padre Léo viveu”, explicou Paolo.
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Etapas da Beatificação
- Pedido de abertura do processo
- Nomeação do postulador da causa
- Investigação sobre virtudes e fama de santidade
- Concessão do título de “Servo de Deus”
- Instituição do tribunal para coletar testemunhos
- Envio do processo à Congregação para a Causa dos Santos, em Roma
Todo o processo ocorre sob sigilo, sem prazo definido para a canonização.
A causa de beatificação do Padre Léo segue em andamento, alimentando a esperança e a devoção dos fiéis que reconhecem sua vida como exemplo de santidade. O envio contínuo de testemunhos e graças alcançadas reforça a importância de seu legado de fé.
Enquanto o processo avança, a Igreja Católica no Brasil e os devotos de Padre Léo seguem em oração, confiantes nos desígnios e na vontade de Deus.
Fonte: bethania.com.br