Enquanto Padre Jorge Bergoglio, seu sacerdócio foi marcado pelo seus atos caridosos e misericordiosos
Neste dia 13 de dezembro, o Papa Francisco comemora 55 anos de sua ordenação sacerdotal.
Antes de ser conhecido como o Pontífice que conquistou os corações das pessoas com sua simplicidade e carisma, o Padre Jorge Mario Bergoglio viveu um sacerdócio marcado pela dedicação aos mais necessitados, um contato com as outras religiões e o cuidado com os mais necessitados em Buenos Aires, na Argentina, sua cidade natal.
Recordemos 5 ações que Jorge fez em sua vocação como padre, mas que se mantém em seu pontificado e compartilha com a Igreja até hoje:
O chamado ao sacerdócio: ‘Uma resposta a Deus e ao povo’
Jorge Bergoglio foi ordenado sacerdote no dia 13 de dezembro de 1969, aos 33 anos, em Córdoba. Desde o início, como padre jesuíta, abraçou a missão como uma vocação de proximidade com o povo. Em uma entrevista, o Santo Padre explicou o que sempre o guiou em seu sacerdócio e em sua vida pastoral:
“O sacerdote é alguém que se doa. Não é um funcionário da fé, mas um pastor que caminha com as pessoas, sente suas dores, celebra suas alegrias e as conduz a Deus.”
O pastor das periferias
Uma das marcas do ministério de Bergoglio foi o trabalho dedicado às favelas argentinas, principalmente a Villa 21. Ele visitava regularmente essas comunidades, celebrava missas e ajudava os moradores em suas necessidades espirituais e materiais.
Em seu cerne caridoso e misericordioso, Francisco sempre enfatiza a importância da Igreja estar próxima dos mais pobres:
“A Igreja deve ser como um hospital de campanha, que acolhe, cuida e levanta os caídos. Nas periferias, encontrei Cristo vivo em cada pessoa que sofre.”
Educação e formação de novos sacerdotes
Antes de ser nomeado bispo, Bergoglio foi reitor do Colégio Máximo de San José, onde formou gerações de padres. Ele ensinava teologia e promovia uma vida sacerdotal simples e focada no serviço ao povo de Deus.
Diálogo e reconciliação como pilares
Outro legado importante de sua trajetória em Buenos Aires foi o diálogo com outras religiões. Bergoglio manteve uma relação próxima com líderes judeus e muçulmanos, promovendo encontros inter-religiosos para a construção da paz.
Defensor da dignidade humana
Durante a ditadura militar argentina (1976-1983), Jorge Bergoglio agiu discretamente para salvar vidas de perseguidos. Ele intercedeu junto às autoridades e protegeu muitas pessoas ao escondê-las em instituições ligadas à Igreja.
‘A alegria do chamado’
Ao falar sobre as vocações, o Papa sempre reforça a alegria em mensagens dirigidas aos jovens:
“Quando Deus chama, Ele não tira nada de você; pelo contrário, Ele multiplica a sua vida. Aceitar o chamado ao sacerdócio, à vida religiosa ou ao serviço aos outros é um caminho de alegria.”
Quatro palavras do Papa Francisco para viver a vocação
Fonte: Vatican News