Estamos trilhando um caminho formativo sobre os 43 dogmas da Igreja. Vimos as doutrinas relacionadas a Deus, a Jesus Cristo, à criação do mundo, à Virgem Maria, ao Papa e à Igreja.
Nas últimas semanas, percorremos formações acerca dos dogmas relacionados às últimas coisas (Escatologia).
Iniciamos pelo dogma da morte e sua origem, vimos também sobre o céu, o inferno, o purgatório e o fim do mundo e a segunda vinda de Cristo, a Ressurreição dos Mortos no Último Dia e, desta vez, tentaremos entender o dogma — O Juízo Universal.
O Juízo Universal — ou Juízo Final — diz respeito ao julgamento definitivo de toda a humanidade por Cristo no fim dos tempos. Nele será revelado tudo o que tivermos feito de bem ou deixado de praticar durante a nossa vida na terra.
“O Juízo final terá lugar quando acontecer a vinda gloriosa de Cristo. Só o Pai sabe o dia e a hora, só Ele decide sobre a sua vinda. Pelo seu Filho Jesus Cristo, Ele pronunciará então a sua palavra definitiva sobre toda a história. Nós ficaremos a saber o sentido último de toda a obra da criação e de toda a economia da salvação […]” (Catecismo da Igreja, 1040).
Desse modo, podemos afirmar, segundo o CIC, que o Juízo é um convite à conversão enquanto Deus nos dá ainda a chance de sermos salvos e nos mantém esperançosos na vinda Dele.
“Quando o Filho do homem voltar em sua glória, acompanhado de todos os seus anjos, irá sentar-se em seu trono glorioso. Todas as nações se reunirão diante Dele, e Ele separará as pessoas umas das outras, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. Porá as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. Então, o rei dirá aos que estiverem à direita: ‘ Vinde, benditos de meu Pai, recebei em herança o reino que vos está preparado desde a criação do mundo.” (Mateus 25,34)
Assim, todos que viverem retamente e buscarem o perdão dos pecados serão salvos do castigo e viverão a vida eterna com Deus, seus anjos e seus santos.
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