O Beato Papa Pio IX, cuja memória é lembrada em 7 de fevereiro pela Igreja, teve um pontificado conturbado, entre 1846 a 1878, diante de ideologias e interesses na Europa no âmbito político-militar. Em determinado momento, Pio IX fugiu disfarçado para uma região de Roma, perdeu sua autonomia e liberdade como Antecessor de Pedro e, assim, se proclamou prisioneiro.
Comovido pelas circunstâncias, o beato costumava rezar uma oração, criada por ele mesmo, a respeito dos constantes erros que presenciava. Por muitas vezes, presenciamos injustiças que não podemos opinar. Inspirados pelo papa beato, rezemos:
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Dulcíssimo Jesus, nosso divino Mestre,
Vós que sempre tornastes vãs as astúcias infames dos fariseus,
com as quais eles dirigiam sempre a Vós,
destruí as conspirações dos ímpios
e de todos aqueles que, na mesquinhez das suas almas,
tentam seduzir e subjugar o vosso Povo com suas falsas sutilezas.
Iluminai todos nós, vossos discípulos, com a luz da vossa graça,
para que não sejamos corrompidos pela astúcia dos sábios deste mundo;
sábios que difundem, por toda parte, seus erros e seus sofismas funestos,
para arrastar também nós para o seu abismo.
Concedei-nos a luz da fé forte para desmascarar as insídias dos ímpios;
acreditar, com firmeza, nos dogmas da vossa Igreja e rejeitar,
com constância, as máximas enganadoras.
Fonte: Vatican News e ACI Digital