O Evangelho nos ensina a ter empatia com o próximo
Um dos significados da palavra empatia é “a habilidade de imaginar-se no lugar de outra pessoa”. Ouvimos por diversas vezes essa palavra, mas nem sempre somos empáticos diante de nossos irmãos.
A indiferença, a falta de sensibilidade, a correria e até mesmo o individualismo são pontos que nos impedem de exercer a empatia com as pessoas que convivem com a gente.
A Palavra de Deus nos ajuda a refletir sobre nossas atitudes, o Evangelho nos pede para sermos mais parecidos com Jesus.
Ter compaixão e humildade são formas que nos ajudam a sermos espelhos de Cristo.
Se eu falo as línguas dos homens e dos anjos, mas não tenho amor, sou como o bronze que soa ou o címbalo que retine.
O amor é a chama que nos mantém vivos, se temos fé, temos amor. Se temos empatia, temos amor.
De nada adianta nos esforçarmos para “parecer com Cristo”, se não formos verdadeiramente pessoas melhores a cada dia.
O amor jamais se enfraquece; mas as profecias serão destruídas, o dom das línguas cessará e a ciência será destruída. Pois nosso conhecimento é limitado e limitada é nossa profecia. Mas quando vier o que é perfeito, será destruído o que é limitado. Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei homem, destruí o que era próprio de criança
Se formos honestos com nossos sentimentos, seremos também verdadeiros com nossos irmãos. Ter empatia não significa se anular diante dos sentimentos e ações do outro, ou fazer tudo para agradar nosso irmão.
Na verdade, ser empático é entender o que o outro sente e tentar ajuda-lo de alguma forma, se colocando na situação em que ele está, o ajudando como você pode, dentro da sua realidade, e rezando por ele.
Com efeito, agora vemos como por meio de um espelho e de maneira confusa; mas então veremos face a face. Agora conheço de maneira limitada; mas então conhecerei como fui conhecido. Agora, portanto, permanecem fé, esperança, amor, essas três coisas; mas a maior delas é o amor
A inocência e a sinceridade de uma criança fazem com que elas sejam empáticas com outras crianças e até mesmo com os adultos. Já os adultos crescem e, muitas vezes, não amadurecem, perdem a essência da criança e se tornam pessoas mais ríspidas e fechadas.
Não podemos perder nossa criança interior; devemos deixar que a inocência e sinceridade permaneçam em nossos corações.
Com efeito, agora vemos como por meio de um espelho e de maneira confusa; mas então veremos face a face. Agora conheço de maneira limitada; mas então conhecerei como fui conhecido. Agora, portanto, permanecem fé, esperança, amor, essas três coisas; mas a maior delas é o amor
Devemos amar nossos irmãos, sermos empáticos e cuidadosos, fortalecendo todos os dias a nossa fé e esperança, nos espelhando em Cristo.