Acordo para demissões é facilitado na lei trabalhista

Especialista em direito trabalhista fala prós e contras para empregados e empregadores
Imagem Reforma Trabalhista Radio Aparecida 2 do artigo Saiba como está a situação trabalhista após um ano de reforma

A negociação da demissão entre patrão e funcionário em comum acordo entrou como uma possibilidade após a reforma trabalhista. Cerca de 112 mil trabalhadores já se desligaram dos empregos por meio desse novo formato. Agora, o trabalhador que optar por essa nova forma de demissão precisa lidar com os benefícios e malefícios dessa decisão.

Ao escolher essa opção, o trabalhador:

– perde direito ao seguro-desemprego;

– ganha metade do aviso prévio e da multa do fundo de garantia por tempo de serviço;

– só pode sacar 80% do FGTS.

Segundo o especialista em direito trabalhista, prof. Gleibe Pretti, o acordo acontece quando ambos estão insatisfeitos. No entanto, ele alerta para a situação do trabalho intermitente. Ao invés de manter o trabalhador registrado, só o chamam quando há necessidade. Essa também foi uma possibilidade criada com a nova lei. Pretti ainda salienta que é preciso ler todo tipo de contrato trabalhista.

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