Primeiro, vamos entender o que é o Terço. Chamamos assim por se tratar de um conjunto de três mistérios: os da Alegria (Gozosos), os Dolorosos e os Gloriosos, que são aqueles que contemplam a vida de Jesus. Mas, em 2002, o Papa João Paulo II acrescentou mais um conjunto de mistérios ao Terço, os chamados mistérios Luminosos.
Os mistérios contemplam a vida de Jesus:
- Mistérios da Alegria: Lembram a encarnação e a infância de Jesus;
- Mistérios Luminosos: Lembram a vida e a missão de Jesus;
- Mistérios Dolorosos: Lembram a paixão morte de Jesus;
- Mistérios Gloriosos: Lembram a ressurreição e a continuação da missão de Jesus, pela ação do Espírito Santo na vida da Igreja.
Seguindo esse raciocínio, como foi acrescentado mais um mistério, então o Terço deveria passar a ser chamado de ‘Quarto’. Porém, o nome “Terço” já é consolidado na história, então seria muito complicado mudar.
No Terço, contemplamos cada um desses mistérios conforme o dia determinado pela Igreja:
- Segunda-feira e Sábado – Mistérios da Alegria (Gozosos)
- Terça e Sexta-feira – Mistérios Dolorosos
- Quinta-feira – Mistérios Luminosos
- Quarta-feira e Domingo – Mistérios Gloriosos
O que muda do Terço para o Rosário é que o Rosário é a junção de todos esses mistérios. Quando rezamoso Rosário, contemplamos os quatro mistérios existentes, na sequência. Assim, quando rezamos um Rosário, rezamos quatro Terços.
Meditar o Rosário ou o Terço é buscar compreensão da Palavra de Deus
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