Essa semana tem lançamento nos cinemas de todo o Brasil! O quadro “Sessão de Cinema” traz um longa nacional e outro inspirado em uma história real.
O “Voo do Anjo”, é um filme brasileiro que conta a história de um professor aposentado e um entregador de comida que se tornam amigos e encontram um novo significado para a vida. O filme aborda temas como amizade, suicídio e a possibilidade de redenção.
A segunda estreia e destaque da Sessão de Cinema é o longa “ Som da Esperança”, um filme religioso que retrata a emocionante jornada de uma comunidade do Texas que transformou a vida de dezenas de crianças.
Vamos de trailers e sinopses!
O Voo do Anjo
Acompanhamos a história de amizade entre o professor de física aposentado Vitor Almeida Falcão (Othon Bastos) e o entregador Arthur (Emílio Orciollo Neto). Apesar de morar numa cobertura luxuosa com seu único filho Renan (Gustavo Duque), um cirurgião plástico requisitado, Vitor é um homem solitário. Passa os dias apreciando poesia, vinhos e música clássica. A vida enfadonha de Vitor muda, porém, quando ele conhece Arthur, um entregador de comida que, após um trauma familiar, larga o magistério e seu cargo como professor de sociologia universitário. O encontro inspira uma mudança de perspectiva para ambos, que buscam no companheirismo um novo significado para a vida. Esse é um filme sobre o luto e a oportunidade de reencontrar a alegria de viver.
Som da Esperança – A História de Possum Trot
O filme acompanha Donna (Nika King) e o Reverendo WC Martin (Demetrius Grosse), que, movidos por uma profunda fé e compaixão, convencem os membros de sua pequena igreja a adotar 77 crianças do sistema de adoção, muitas delas rejeitadas por outras famílias. Ao unir 22 famílias em um ato de amor e generosidade, essa comunidade rural não apenas acolhe as crianças, mas também inicia um movimento global em defesa dos mais vulneráveis. Som da Esperança destaca como o amor e a união podem transformar vidas, inspirando o público a acreditar no poder da ação coletiva para mudar o destino de crianças esquecidas.