Namorar ou Ficar: qual a melhor escolha?

Beijar é bom demais! O ruim é sair beijando todo mundo que se vê pela frente, né? Então como lidar com esses nossos desejos? Diego Fernandes nos ajuda a pensar!
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Qual a diferença entre namorar e ficar? A diferença é que namoro tem amor dentro! Veja: N- AMOR-O!

Beijar é bom demais! Sem dúvida alguma. O ruim é sair beijando todo mundo que se vê pela frente. E tem fase na vida que dá vontade de fazer isso mesmo. A descoberta do “ficar” com o outro é algo mágico, muito bom. Mas ao entrar nessa onda do “ficar”, além de “queimar o filme” na rua, no bairro, na escola, na cidade, você literalmente pode “ficar na mão”.

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O que é a Castidade e por que vivê-la?

O que fazemos hoje pode não ter consequências imediatas, mas um dia vamos colher o que plantamos. Ficar cada final de semana com um parceiro diferente é um treino de infidelidade. De fato, como afirma o psiquiatra Viktor Frankl, “quando não conseguimos qualidade em nossos relacionamentos, compensamos com quantidade”. Seu corpo está à venda? Não! Ele já foi comprado por um alto preço, um homem-Deus que morreu crucificado para comprar a sua vida e fazer de você templo do Espírito Santo. Seu corpo não pode ser vendido para ninguém; Deus já escolheu a pessoa que estará ao seu lado. Não estrague sua felicidade. O verdadeiro amor sabe esperar!!! Você não é descartável! Não deixe que tratem você como “latinha de refri”: enquanto está na mão é ótima, mata a sede, mas depois, se joga fora. Valorize-se!

Ficar cada final de semana com um parceiro diferente é um treino de infidelidade.

Um olhar que só vê as aparências, que só enxerga roupas, brincos, camisas, músculos ou a bonita maquiagem, é muito superficial e pobre. Quando alguém nota isso em nós ou percebe quando cortamos o cabelo, mudamos o visual, pode até nos agradar, mas no fundo no fundo, a gente gosta mesmo é de ser olhado além das aparências. Na balada ou na escola, um olhar que é capaz de enxergar nossa tristeza ou solidão disfarçada de liberdade numa roupa ousada e sensual deixa marcas. “Alguém me enxergou! Não julgou! Me valorizou! Olhou-me além das aparências!” Quem consegue enxergar o outro assim é porque o respeita, está amando, está evangelizando pelo respeito sem preconceito. Isso sim é “olhar diferente”!

Mesmo que tenhamos jogado nosso corpo no lixo das drogas, da sexualidade despersonalizante e desenfreada, Deus está disposto a fazer um trabalho de reciclagem e reordenação conosco. Ele quer nos fazer entender o grande valor que temos. Existe esperança! Acredite! Pois Deus acredita em você! Está aberta a temporada do AMOR VERDADEIRO, aquele que respeita e sabe esperar.

*Este texto faz parte do livro A Igreja é jovem! Não tenha medo de ser de Deus!

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