Conheça a história da Arquiconfraria do Perpétuo Socorro

O dinamismo dos missionários redentoristas para difundir a devoção à Mãe do Perpétuo Socorro.

O beato Papa Pio IX no dia 11 de dezembro de 1865 entregou o Ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro aos missionários redentoristas para que sua veneração pública fosse restaurada na igreja de Santo Afonso, em Roma.

Ao confiar essa missão aos redentoristas, o Papa Pio IX pediu que “a tornassem conhecida no mundo inteiro”.

Desde esse mandato, os missionários redentoristas uniram forças para difundir a mensagem da Virgem do Perpétuo Socorro.

Ao longo dessa história algumas datas marcam o dinamismo dos religiosos para com essa missão, como por exemplo, o dia 23 de maio de 1871 quando foi iniciada a Confraria de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Roma.

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Thiago Leon.
Thiago Leon.


Essa Confraria foi elevada a categoria de Arquiconfraria,
anos depois, em 31 de março de 1876, pelo Papa Pio IX, que foi inclusive o primeiro inscrito, dando assim a aprovação papal para a iniciativa.

O objetivo dessa Arquiconfraria ou associação de fiéis devotos tinha por objetivo reunir em uma vida de fraternidade e oração aqueles que tinham uma devoção em comum.

Sobre essa história de fé e devoção da Patrona dos Redentoristas, fala o missionário redentorista padre Ulysses da Silva.

O religioso contou sobre o início da Arquiconfraria, o surgimento da devoção à Virgem do Perpétuo Socorro e a difusão da devoção pelo mundo.

A Arquiconfraria ainda existe em todo o mundo, embora não seja tão forte devido ao surgimento de outros movimentos e grupos voltados para a devoção e piedade mariana. No Brasil, na Província de São Paulo, ainda existe sua presença em muitas comunidades redentoristas.

Confira a entrevista:

Saiba mais sobre a Mãe do Perpétuo Socorro

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