Em 2018, o Cadastro Nacional de Adoção completou 10 anos e passou por mudanças. A modernização veio para facilitar a adoção de crianças e adolescentes que aguardam por uma família em instituições de acolhimento em todo o Brasil.
A mudança recebeu um novo formato: ele coloca a criança como principal sujeito no processo de adoção, já que permite que ela busque a família e não o contrário. A juíza auxiliar da corregedoria, Sandra Silvestre Torres, detalhou quais são as principais mudanças no cadastro:
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“A primeira coisa que mudou é que o cadastro agora passa a ser um sistema que inclui as crianças e adolescentes numa mesma base de dados, tanto de quem está no cadastro nacional de adoção como quem está no cadastro de acolhimento”.
Antes, a busca no processo de adoção era feita manualmente. Com a implantação do sistema, de acordo com as escolhas da criança, haverá uma varredura automática durante um longo período, até ocorrer o “match”, ou seja, a similaridade entre família e criança.
Ela destaca que “não é só para essa criança que tem um perfil básico de que todo mundo quer, como essa outra criança ou adolescente que tem maior dificuldade”.
Entenda por que o processo de adoção é longo: