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Pe. Vítor, o homem do terço

Pe. Vítor também exercitava a meditação e oração do terço, e tinha a convicção de rezar para obter boas inspirações para suas mensagens e pregações.
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O Pe. Vítor Coelho também exercitava a meditação e oração do terço

Na Oração do Terço, os mistérios contemplados são indicativos no caminho da santidade. A santidade é constituída de atitudes que incluem o humano nas “Estradas de Jesus” e nos educam nesta passagem pelo Mundo. É preciso estar consciente a cada dia nesta caminhada para Deus.

O Irmão Estanislau, C.Ss.R., redentorista residente em Aparecida, certa vez escreveu testemunhando sobre o venerável: “Pe. Vítor Coelho era um rezador. Quando não tinha as mãos ocupadas com as plantas do seu orquidário, tinha o terço nas mãos. E de fato rezava mesmo”.

Pe. Vítor tinha a convicção de rezar para obter boas inspirações para suas mensagens e pregações, e que elas resultassem nos bons efeitos.

Na condição de conhecedor dos Mistérios Cristológicos e Mariológicos contidos no Rosário, Pe. Vítor Coelho sabia que os exercícios das virtudes humanas perpassam os momentos rezados e contemplados.

Assim, os Mistérios da Alegria nos fazem exercitar a humildade (Anunciação), o serviço ao próximo (Visita a Isabel), a boa vontade (Nascimento), a obediência (Apresentação) e a insistência nos caminhos de Deus (encontro no Templo).

Os Mistérios Dolorosos nos orientam a educarmos os sentidos do corpo e das emoções: conversão pessoal (Agonia no Horto), o autodomínio (Flagelação), a reta intenção (Coroa de Espinhos), o seguimento (Cruz às costas) e que Deus é nossa força (Crucificação).

Os Mistérios Luminosos nos levam a tomar consciência de nossa comunhão, participação e missão, sendo Igreja. É preciso aceitar Cristo em nossa vida (Batismo), iniciativa e obediência (Bodas de Caná), o testemunho (Anúncio do Reino), reconhecer o Cristo Humano-Divino (Transfiguração), a nossa comunhão e participação (Eucaristia).

Por conseguinte, os Mistérios Gloriosos nos caracterizam com as virtudes da alegria (Ressurreição), da esperança que eterniza (Ascensão), nosso zelo pela união (Espírito Santo), a santidade de corpo e alma (Assunção de Maria) e a perseverança até o último dia (Coroação de Maria Santíssima).

Em todas essas virtudes o Pe. Vítor Coelho soube rezar, praticar e ensinar. Suas mensagens catequéticas, bíblicas e doutrinárias foram pronunciadas às multidões, transmitidas pelas ondas do Rádio, escritas nos livros e jornais, apreciadas pelos devotos de Nossa Senhora, “a mulher bendita, mãe de Deus, nossa Rainha e Padroeira”.

Os seus ensinamentos em linguagem simples e profundamente místicos nos atraíam e nos convenciam, constantemente. Ele sabia que a “oração do Terço” em Comunidade, na família e pessoalmente nos educa. Pe. Vítor Coelho falava que a mãe era a alma da família. “A mãe deve amar com amor humano, porque tem alma que é imagem de Deus. Só em Deus ela se reveste de dignidade Divina, dando vida a um ser imortal: que educa para o mundo e para o céu.” É assim que construímos o Reino de Deus neste Mundo. Sejamos praticantes da justiça, irmanados na fraternidade e educadores para a paz.

Aprendamos com a “Meditação e Oração do Terço” a caminhar sob a guia dos “olhos misericordiosos” de Maria Santíssima que nos acompanha nas Estradas de Jesus.

Participe da Família dos Devotos e ajude a Obra de Evangelização da Casa da Mãe Aparecida!

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