No último domingo (27), o Papa Francisco rezou o Angelus na Praça São Pedro e em sua reflexão citou que Jesus quer estar ao nosso lado e que está vivo.
“Jesus não quer ser um protagonista da história, mas do seu hoje, do meu hoje; não um profeta distante, Jesus quer ser o Deus próximo”.
Francisco fez a seguinte a pergunta que Jesus fez a seus discípulos:
“Quem dizem os homens ser o Filho do Homem? Muitos o veem como um grande mestre, como uma pessoa especial: boa, justa, coerente, corajosa. Mas isso é suficiente para entender quem é e, sobretudo, é suficiente para Jesus? Não”.
O Pontífice prosseguiu dizendo que Jesus não um personagem do passado, como as figuras mencionadas no Evangelho, João Batista, Moisés, Elias.
“Cristo não é uma lembrança do passado, mas o Deus do presente. Se fosse apenas um personagem histórico, imitá-lo hoje seria impossível: nós nos encontraríamos diante da grande vala do tempo e, sobretudo, diante de seu modelo, que é como uma montanha altíssima e inalcançável, querendo escalá-la, mas sem a capacidade e os meios necessários”.
O Santo Padre ressaltou:
”Jesus está vivo e nos acompanha, está ao nosso lado, oferece-nos a sua Palavra e a sua graça, que nos iluminam e restauram no caminho: Ele, guia experiente e sábio, tem a satisfação em nos acompanhar nos caminhos mais difíceis e nas subidas mais inacessíveis. Não desanimemos, portanto, se às vezes o cume da vida cristã parecer muito alto e o caminho muito íngreme. Olhemos para Jesus, que caminha ao nosso lado, que acolhe nossas fragilidades, compartilha nossos esforços e apoia seu braço firme e gentil em nossos ombros fracos”.
Ao final do Angelus, Francisco citou que Maria é o caminho para sentirmos Jesus.
“Maria, Mãe do caminho, ajude-nos a sentir seu Filho vivo e presente ao nosso lado”.