Dia Mundial da Diversidade cultural para o diálogo e o desenvolvimento

O Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento é celebrado neste 21 de Maio, e incentiva a pluralidade das mais diversificadas culturas e o diálogo com a sociedade em geral.
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A Igreja atuante na promoção da diversidade e do diálogo cultural

Neste dia 21 de maio é celebrado o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento. Essa data é o momento para destacar as múltiplas culturas entre os mais diversos povos de nossa sociedade, e as pautas sustentáveis na abordagem do desenvolvimento.

A Igreja enxerga com grande relevância a diversidade cultural, a representação da esperança na humanidade para tornar o mundo um lugar melhor de se viver, com menos violência, desigualdades, racismo e intolerância.

Jesus, em sua missão na Terra, esteve ao lado das pessoas pobres e excluídas, criticando todas as formas de farisaísmos e legalismos, destacando valores como liberdade, diálogo e respeito.

Desse modo, a Igreja expande aquilo que Jesus pregou, levando adiante a Boa-Nova do Senhor.

O Santo Padre fala de vivermos a sinodalidade no nosso dia a dia, de partilharmos a comunhão e a unidade com nossos irmãos.

A sinodalidade deve nos levar a viver mais intensamente a comunhão eclesial, na qual a diversidade de carismas, vocações e ministérios se integram harmoniosamente animados pelo mesmo batismo, que nos torna filhos no Filho

Nos pequenos gestos do nosso cotidiano, podemos fazer algo diferente, algo que nos torna pessoas melhores e que nos faça estar em comunhão com o próximo. Somos todos irmãos em Deus, e viver de forma harmoniosa e tratar bem todas as pessoas também nos direciona para o caminho sinodal.

O comportamento, a essência e a maneira de vivenciar a Palavra de Deus é o que nos faz estar em sinodalidade com a Igreja do Mundo todo e, principalmente, com o próprio Evangelho de Cristo.

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A Constituição Federal consagra o direito indígena de manter suas terras, seu modo de vida, atividades produtivas, preservação de suas culturas e suas tradições.

De acordo com a Constituição, os povos indígenas do Brasil detêm o direito originário e o usufruto exclusivo sobre as terras que tradicionalmente ocupam. Portanto, mais do que simplesmente a área de moradia, as terras indígenas devem envolver todo o espaço usado pelos indígenas para garantir sua sobrevivência e tradições, incluindo áreas de caça e extrativismo.

Quando forçados a viverem nos grandes centros urbanos, devido à falta de demarcação de terras ou ameaças à integridade das tribos, os indígenas passam a sofrer com outros problemas, como falta de moradia, emprego e renda, preconceito e distanciamento de suas tradições e cultura.

É de suma importância o diálogo para sermos uma sociedade mais justa e igualitária. Há um longo caminho a se percorrer para se combater a violência, desigualdades, racismo e intolerância.

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