Santuário Nacional celebra a Memória de Santa Paulina

O Santuário Nacional celebrou a memória litúrgica de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus.
Imagem Santa Madre Paulina do artigo Santuário Nacional celebra a Memória de Santa Paulina

Nesta terça-feira (09), o Santuário Nacional celebrou a memória litúrgica de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus, primeira santa canonizada que viveu no Brasil.

A Santa Missa, às 9h, contou com a presença da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, fundada por Santa Paulina e atuante na cidade de Aparecida (SP), no Lar Nossa Senhora Aparecida (Centro de acolhida de idosos mantido pelo Santuário Nacional e a Família dos Devotos) e em outras frentes de evangelização.

A celebração eucarística foi presidida pelo Padre José Ulysses da Silva, C.Ss.R., que dirigiu as seguintes palavras às Irmãzinhas:

“Queridas irmãzinhas da Imaculada Conceição, colaboradoras constantemente aqui em nosso Santuário, hoje é dia de festa para vocês, e que essa festa seja a alegria de ser consagrada no mesmo caminho da Santa Paulina.”

A12
Irmãzinhas da Imaculada Conceição, congregação fundada por Santa Madre Paulina (A12)

Acerca do Evangelho (Mt 9, 32-38), Padre Ulysses destacou, em sua homilia, para observamos que Jesus olha para a multidão, vê o abandono, as necessidades, os sofrimentos e sente compaixão. Do mesmo modo, Santa Paulina soube se compadecer do próximo durante a sua vida terrena.

“A compaixão de Jesus era uma compaixão que a Madre Paulina soube seguir muito bem… Era baixar as mãos e ir ao encontro de quem precisava. Hoje ainda tem muito católico que louva, mas não é capaz de ir ao concreto, de acolher… de ajudar entidades que vão ao encontro dos mais pobres”, afirmou.

De acordo com o padre, os Santos oferecem para nós o exemplo de uma vivência concreta do Evangelho.

“Um Evangelho que é feito, sim, de oração, de piedade, de devoção, de vida eucarística, de palavra de Deus, mas feito como fez a Madre Paulina, de misericórdia, de compaixão e de ir ao encontro daqueles que mais precisavam. E é por isso que ela é Santa, não é para ser admirada, mas é para ser um modelo para a vida de cada um de nós.”

Por fim, Padre Ulysses, fez uma prece a Deus para que ao celebrar Santa Madre Paulina, possamos avaliar um pouco de que forma estamos sendo compassivos em nossas vidas.

“Uma grande virtude que nós podemos ter hoje, é a virtude de uma solidariedade permanente, concluiu. 
Santa Madre Paulina, rogai por nós! 

Veja a Santa Missa na íntegra:

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